Blogger do Prof. João Moreno onde serão postados comentários diário de suas atividades.
domingo, 25 de janeiro de 2015
XV Jornada SOCERJ de Fisioterapia em Cardiologia
Olá a todos,
A XV Jornada SOCERJ de Fisioterapia em Cardiologia vai ser realizada em 15 de Abril de 2015 no Centro de Convenções SulAmérica - Rio de Janeiro.
As inscrições estão abertas, entre no site (www.socerj.org.br) ou acesse o link abaixo.
http://32congresso.socerj.org.br/wp-content/uploads/2014/12/jornada-fis-f2015.pdf
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Indicações e contra-indicações da Manovacuometria
Indicações para a mensuração das pressões respiratória máximas:
-
Diagnóstico diferencial de dispneia ou de distúrbio restritivo sem causa
aparente confirmação
da disfunção dos músculos ventilatórios em certos estados mórbidos;
-
Polimiosite e outras miopatias proximais;
- Miopatia
por excesso de corticosteróides: síndrome de Cushing, administração excessiva;
- Miopatia
por escassez de corticosteróides: doença de Addison;
-
Distrofias musculares;
- Miastenia
gravis;
-
Hipotiroidismo;
-
Hipertiroidismo;
- Deformidades
torácicas;
- Paralisia
isolada de um hemidiafragma:
⇒ Após lesão de nervo frênico durante cirurgia
cardíaca
⇒ Após infecções intratorácicas
⇒ Após manipulações do pescoço
⇒ Após esmagamento frênico ou frenicectomia
⇒ De causa ignorada
- Fraqueza
de ambos os hemidiafragmas;
- Esclerose
lateral amiotrófica;
- Esclerose
múltipla;
-
Degeneração espino-cerebelar;
- Doenças
que cursam com atrofia cerebelar;
- Doença de
Charcot-Marie-Tooth;
- Avaliação
de resposta à fisioterapia e à reabilitação respiratória;
- Avaliação
pré-operatória da função dos músculos ventilatórios;
- Doenças
respiratórias que afetam a função pulmonar (e.g.,DPOC, asma)
- Obesidade
acentuada;
-
Deformidades da caixa torácica;
- Doenças
neuromusculares;
-
Desnutrição;
-
Corticoterapia sistêmica prolongada;
- Doenças
endócrinas (hipotiroidismo, síndrome de Cushing, doença de Addison);
- Avaliação
da possibilidade de desmame de ventilação mecânica.
Contra-indicações
à mensuração das pressões respiratórias máximas:
Absolutas:
- Infarto
agudo do miocárdio ou angina instável recente;
-
Hipertensão arterial sistêmica grave e sem controle;
- Aneurisma
de aorta;
-
Pneumotórax;
- Fístulas
pleurocutâneas ou pulmonares;
- Cirurgia
ou traumatismo recente sobre as vias aéreas superiores, o tórax ou o abdome;
- Hérnias
abdominais;
- Problemas
agudos de ouvido médio;
- Glaucoma
ou descolamento de retina;
-
Hidrocefalia, meningocele, processos neurológicos que favoreçam o engasgamento
das amídalas;
- Estado
geral de deterioração física ou mental que impeça a colaboração do paciente
Relativas:
- Pouca
colaboração do paciente;
-
Traqueostomia;
- Paralisia
facial;
-
Hemorróidas sangrantes;
- História
de síncope tussígena;
- Doenças
da coluna vertebral.
******
Referência:
Souza RB.: Pressões
respiratórias estáticas máximas. J Pneumol 28(Supl 3) – outubro de 2002.
terça-feira, 4 de junho de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Cursos em várias Universidades do Mundo.
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Então, o veduca é um site onde você encontra cursos de várias Universidades de renome mundial.
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Não deixe de conferir, é uma boa oportunidade para o seu aprendizado.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Manovacuometria:
Os músculos da respiração realizam trabalho
ventilatório contra a resistência do sistema. Sendo assim, a medida da força
desses músculos é parte relevante da eficiência do conjunto. É um exame de
fácil realização, que se utiliza equipamento de baixo custo, um medidor de
pressão negativa e positiva, o manovacuômetro.
O manovacuômetro pode determinar com
precisão a força da musculatura respiratória, pois permite a mensuração da
musculatura inspiratória e expiratória, determinada pela pressão negativa e
pressão positiva.
Os
valores obtidos na manovacuômetria são expressos em centímetros de água (cmH2O).
A medida da pressão inspiratória máxima (PImáx) é geralmente feita ao nível de
volume residual e por outro lado, a medida de pressão expiratória máxima
(PEmáx) é feita a partir da capacidade pulmonar total.
Técnica:
- PImáx:
avaliado sentado, com o tronco à 90º graus com as coxas, braços relaxados na
lateral do tronco, e com o nariz ocluído por um clipe nasal. O avaliado realiza
expiração até alcançar o volume residual, conecta-se a peça bucal do manovacuômetro na boca do avaliado que realiza um
esforço inspiratório máximo.
- PEmáx: avaliado sentado, com clipe nasal realiza inspiração até alcançar a capacidade pulmonar total e, então, conecta-se a peça bucal do manovacuômetro enquanto o indivíduo realiza uma expiração máxima.
- PEmáx: avaliado sentado, com clipe nasal realiza inspiração até alcançar a capacidade pulmonar total e, então, conecta-se a peça bucal do manovacuômetro enquanto o indivíduo realiza uma expiração máxima.
- São realizadas 6
(seis) repetições em cada variável do teste onde todas devem ser aceitáveis (sem
vazamentos). De cada manobra anota-se o resultado onde no final da avaliação é
considerado o maior valor alcançado. O valor da PImáx. é precedido por um sinal
negativo e o valor da PEmáx. por um sinal positivo.
Obs: Na expiração máxima, a insuflação
passiva das bochechas diminui a pressão produzida pela musculatura expiratória
torácica e abdominal, diminuindo o valor medido de PEmáx. Contudo, quando se
contraem vigorosamente, as bochechas insufladas geram elevação na pressão
expiratória, falseiando a pressão produzida pelos músculos
expiratórios torácicos e abdominais, estando a glote aberta ou indevidamente
fechada.
Na inspiração máxima, os músculos da
boca e da orofaringe podem gerar pressão negativa, falseiando o valor da
pressão produzida pelos músculos inspiratórios da caixa torácica, esteja a
glote aberta ou indevidamente fechada.
Um pequeno orifício
(ou fuga) no instrumento de mensuração serviria para dissipar as pressões
geradas pela musculatura da face e da orofaringe, sem afetar as pressões
produzidas pelos músculos da caixa torácica com a glote aberta, pois a
magnitude da fuga não seria suficiente para alterar, durante o curto período que
as medições são realizadas, o volume da caixa torácica ou a configuração de
seus músculos.
Resumo: Valores da manovacuometria em pacientes com hipertensão arterial resistente e síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono.
http://www.rbconline.org.br/wp-content/Archives/v25sA/v25sA.pdf
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
“A frequência cardíaca como fator de risco
cardiovascular tratável”
A associação da frequência cardíaca de repouso com morbidade e
mortalidade cardiovascular já foi publicado em vários estudos epidemiológicos e
continua a ser negligenciado.
A frequência cardíaca elevada (taquicardia) é apontada como fator de
risco para mortalidade em varias populações, principalmente nos coronarianos.
Observações clínicas reforçam a importância da FC na fisiopatologia da
aterosclerose e na ruptura de placa.
A redução da frequência cardíaca pode ser um mecanismo que resulta no
beneficio e bom prognóstico em pacientes com infarto miocárdio e insuficiência
cardíaca que faz uso de betabloqueador.
O autor relata que a utilização de medicamentos para redução da FC (ivabradine)
fornece oportunidade de avaliar os efeitos desta redução seletivamente, sem
alterar aspectos da função cardíaca.
A análise prospectiva de dados do grupo placebo (que não usaram a
medicação) demonstraram que a FC de repouso elevado (> ou = 70 bpm) é um
forte preditor independente de resultados clínicos.
O link abaixo tem o artigo na integra.
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